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“Seu eu fosse uma bola de sabão…”

Muitas vezes podemos recolher inspiração dos sítios mais inesperados. No outro dia, como de costume um dia cheio de trabalho, andava eu a ver as frases pessoais dos meus contactos no msn. Um dos meus contactos, o meu irmão Igor (também só tenho um :-)) tinha escrito “Se eu fosse uma bola de sabão…”. Certamente existe alguma história por detrás de tal citação mas eu achei engraçado e pôs-me logo a pensar.

Fotografia por Extra Medium

“Se eu fosse uma bola de sabão…” certamente seria muito feliz. Jamais precisaria de comer, beber ou dormir, tudo seria diversão! Certamente depois de grande lançamento, jamais iria parar.

Sem laços nem responsabilidades, tanta coisa poderia acontecer. Poderia viajar mundo fora empurrado suavemente pelo vento! Encontrar gente amigável de todas as raças possíveis e imagináveis! Visitar os famosos em casa! Descobrir cheiros e sabores coloridos…

Não fosse o raio dos murcões (obrigado Inês) serem lixados e rebentarem-me logo mal me criam, seria a bola de sabão mais feliz do mundo!

Ai vida de bola de sabão…

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Dinheiro

O cheiro do dinheiro – parte 1

Existem muitas oportunidades hoje em dia para ganhar uns trocos seja por aí no mundo real, ou mesmo na Internet. Se são daquelas pessoas que não acreditem, continuem a ler…

Fotografia por cleebster

Fotografia por cleebster

As pessoas conseguem ser muito interessantes no meu ver. Quando lhes falo em ganhar dinheiro na Internet, suspeitam logo. Isto é normal, eu também o faço e todos o deveriam fazer. Todas as pessoas conscientes do que fazem na vida precisam de ter espírito crítico e uma mente alerta pois nos dias de hoje existe sempre alguém numa esquina que nos quer enganar mas nunca ninguém nos dá nada de mão beijada. Até aqui tudo bem, cada um deve pensar por si e não tomar a palavra de qualquer pessoa como verdadeira logo à partida sem pensar primeiro por si.

Tenho de dizer a verdade, eu gosto particularmente destas pessoas “cépticas” com quem por vezes converso no msn ou por aí, porque a conversa segue e elas dizem-me que fazer dinheiro na Internet é “merda“(desculpem a expressão, mas é mesmo assim que certas pessoas caracterizam isto), que não é trabalho de gente, entre outras coisas. Eu estou-me nas tintas sobre o que essas pessoas pensam porque sei pensar por mim.

Interessante vem depois, quando lhes digo que já ganhei uns $70 na Internet. A pergunta que vem logo a seguir é “como?” Isto faz-me rir mas para dizer a verdade sei perfeitamente que as pessoas são curiosas  e são sempre atraídas para o dinheiro, caso contrário nem haveria tanta gente a jogar euromilhões. Mas o que me faz rir é de um momento para o outro elas ficarem interessadas por algo ao qual se referiram antes como “merda”!

Para além do meu trabalho na universidade (que vem em primeiro lugar na minha lista de prioridades) e agora este blog pessoal, quando tenho algum tempo, leio sobre métodos e maneiras, de promover blogs na internet, escrever bom conteúdo, entre outras coisas que me podem levar a ganhar uns trocos.

O que essas pessoas pensam é que quando digo fazer dinheiro na internet é do tipo dinheiro instantâneo. Só

Forografia por cattycamehome

Forografia por cattycamehome

tenho uma coisa para dizer a essas pessoas, se querem dinheiro, nunca o vão conseguir sem trabalho! Eu sei que por vezes alguém lá tem uma ideia de génio e ganha grande pipa de massa, mas isso é uma pessoa em muitos milhões. O mais provável é até essa pessoa ter essa idea já depois de muito trabalho. Se querem alguma coisa na vida, terão de trabalhar para a obter e na internet é o mesmo!

Tem de desenvolver muito trabalho e não desistir mesmo quando as coisas parecem complicadas porque depois de uma tempestade, vem sempre o sol! Nem que trabalhem apenas um pouco todos os dias, a longo prazo, os resultados aparecem. Só tem de se mexer e fazer alguma coisa e eu tenho este problema, gosto muito de ler métodos e pensar sobre eles, como poderiam ser melhores, se iriam resultar mas acabo por nunca passar à prática e sem a prática não há ganhos.

Isto é a primeira parte de duas do artigo “O cheiro do dinheiro”, talvez escreva a seguinte daqui umas horas ou uns dias! Quem sabe… Posso adientar desde já que o post será sobre squidoo.

Abraço

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Geral

Longas viagens de comboio

Quando comecei a escrever este post, não sabia que iria escrever tanto. Por esse motivo, sei que infelizmente metade das pessoas não o vão ler. Mas se puderem ler e puderem deixar um comentário, eu ficaria imensamente grato! É apenas uma pequena forma de saber que o meu trabalho é lido e talvez apreciado.

Devo dizer que viajar de comboio pode ser uma experiência muito interessante sobretudo quando nos pomos a olhar em volta a reparar nas pessoas que nos rodeiam.

Muitas pessoas possuem o aspecto mais “normal” possível sem nada de peculiar, enquanto outras se destacam por algum detalhe; seja porque vai a falar ao telemóvel e “fala” aos berros ou fala numa língua estrangeira, seja porque é uma mulher que vende queijadas no intercidades há mais de 30 anos, seja por ter um penteado maluco ou por qualquer outra coisa.

Fotografia por a href=

Fotografia por Ben Harris-Roxas

Devo dizer que acho as viagens em qualquer meio de tranporte muito secantes, seja de uma hora, como é o caso da viagem de comboio que faço de Pombal para Aveiro, a viagem de avião que mais meia-volta faço de Lisboa para Genebra (2h15) ou tantas outras que não vale a pena falar aqui. O interessante, é como as pessoas passam o tempo nessas “longas” viagens.

Quando viajo nos comboios, por vezes reparo nesse tipo de detalhes, seja quando vou para casa ou volto para a Universidade de Aveiro (Bela cidade, linda universidade!). Já me deparei com pessoas a falar ao telemóvel toda a viagem toda (mas nunca o fiz), a mandar sms (já, claro! :D), a conversarem com o vizinho (nunca, a não ser que seja um conhecido ou que tenha de dizer que está no meu lugar muito educadamente :D), a ler (já, mas pouco tempo pois fico mal-disposto depois de muito tempo :(), a estudar (sim mas pouco tempo também – malandro, não queres trabalhar) ou mesmo pessoas que ligam o computador portátil, para ver algum filme (algumas vezes também faço isto) que tenham, uma série (faço isto na maioria das vezes), jogar um jogo (muito muito raro) ou mesmo ir à net com uma dessas placas de Internet móvel que são extremamente caras para o serviço prestado – tráfego incluído (razão óbvia pela qual não tenho nenhum desses chupa-dinheiro). Para dizer a verdade nem tenho muito sorte pois neste momento a bateria do meu portátil apenas dura 30min e como já referi, a viagem é de uma hora, fica curto :D. Continuando, algumas pessoas apenas ouvem música com um leitor portátil mas aquelas que eu observo mais são as que dormem 😀

Embora sendo também uma dessas pessoas, daquelas que adormecem baloiçadas pelas curvas e contra-curvas do comboio, eu ao menos sei dos possíveis perigos que espreitam. Pobre da rapariga que ia a minha frente dormindo sem saber os riscos.

Enquanto eu achei graça, por já ter feito algumas figuras de urso do mesmo género e ser humilde ao ponto de me poder rir de mim mesmo, outra moça que estava a meu lado parecia não gostar muito da visão, talvez por não ser um rapaz a dormir (lol? :D). Enquanto o comboio avançava baloiçando como sempre, a cabeça da rapariga que dormia (leia-se vítima) abanava para um lado e para o outro chegando ao máximo que o pescoço permitia. Eu apenas pensei que quando acordasse a dor de pescoço seria grande. Pior veio depois, à medida que o sono ficava mais pesado, tal como muita gente incluindo eu, a moça começou a respirar pela boca. Ora quem faz o mesmo sabe que se dormir de boca aberta e sem ter a cabeça direita, o mais provável é babar-se todo. Direi apenas que no meio de tudo, a rapariga teve sorte, tinha casaco… 😉

Para além de ter ficado com cabelo todo despenteado, ainda outro perigo espreitava. Quem adormece nos comboios, pode não acordar a tempo de sair na estação pretendida. Se ela saiu? Não sei, Aveiro chegou antes e eu tive de sair. Mas eu já tive de saltar de um comboio que já tinha começado a andar porque tinha adormecido no comboio e acordei uns minutos antes mas isso é outra história. Tive sorte nesse dia.

Em conclusão, quando andarem de comboio, pensem no que fazem, pois pode estar alguém como eu à espreita e depois aparecem num blog! 😀

Abraço para todos…

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Universidade de Aveiro

Conspiração escolar

Existem daquelas coisas que nos “perseguem” toda a vida. Comigo começou quando entrei para a Escola Secundária de Pombal.

Num belo mês de Setembro, quando entrei para o décimo ano, alguém me falou de uma especialidade da cantina, algo que relacionava jardineiros e cozinheiras – um acordo!

relvaFoto por wili_hybrid

Muitos de nós já viram este acordo a funcionar e é mais ou menos assim: “uns dias depois de os jardineiros cortarem a relva da escola, a sopa escolhida da cantina será caldo verde”. O mais giro é que isso acontecia mesmo. Enquanto lá estudei, das vezes que reparei nisso, acontecia mesmo. A relva era cortada e passados uns dias, era caldo-verde na cantina! Minham!

Para dizer a verdade, eu nem comia na cantina da escola pois o comer era horrível. O arroz parecia sopa (mesmo assim, lançado contra uma parede, penso que devia colar), as batatas fritas tipo pedras, a carne toda mal passada e tantas outras coisas que não são relevantes neste momento e que já nem me lembro agora para dizer a verdade.

O importante é que desta maneira, o caldo-verde vem sempre fresquinho e cortadinho – prontinho para cozinhar e a custo zero!

O engraçado nisto é que quando cheguei à Universidade de Aveiro, 3 anos mais tarde, aconteceu o mesmo: “uns dias depois de os jardineiros cortarem a relva de escola, haverá caldo verde na cantina.” E aqui também a história de confirma!

Logo eu que adoro caldo verde, devo andar a comer relva à bastante tempo. Yummi!

A verdade da mentira: Mito urbano ou não, pois ninguém confirma tal coisa, de todos que já sabiam disto, ou que leram agora, de certeza que não acreditam (penso eu). Eu tamém não! Não acredito muito em “Teorias da conspiração” ou coisas do género. Mas não podemos ignorar o facto de isto se repetir imensas vezes ao longo do ano. Fica a dúvida, será que jardineiros e cozinheiras tem isto combinado para assustar a malta?

Entretanto o caldo verde da cantina da Universidade até é bom 😛

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