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MAU – Prick (I am) X

Pessoalmente, gosto da música mas acho bastante graça é ao clip musical. Fica aqui então o clip para aqueles que aqueles que gostam possam recordar, e para quem não conhece, já fica a conhecer.

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Aveiro, Blog, Geral, Universidade de Aveiro

Camarão Selvagem

No ano em que entrei para a universidade, fui morar para uma pequena casa num bairro pacato em Aveiro perto do hospital. Hoje em dia, entre amigos, referimos aquela casa como a casa 8 devido ao número do seu endereço. A dita, conta com uns “míseros” dez quartos e outras diversas peças e, 4 andares… Mentira, é mesmo só de rés-do-chão . Assim, foi naquela casa que conheci muitos amigos com os quais ainda hoje tenho o prazer de ir conversando e isso deverá continuar assim durante muitos anos. avz_Camarao007

Pessoalmente, eu já conhecia a história que se segue visto morar na casa 8, mas achei por bem contar a todos para que todos também pudessem rir um pouquinho e para não falhar detalhe algum, pedi a um dos moradores da casa, presente na altura, que escrevesse esta história por mim.

Obrigado Nuno (este menino estrangeiro visto vir da Madeira,   pode ser encontrado online na sua galeria de fotografia) por teres escrito a história e devo dizer que escreves muito muito bem e suponho que todos estejam de acordo comigo. Penso que devias abrir um site, blog ou assim que certamente te irias dar muito bem. Aqui fica a história e mais uma vez obrigado…

 

Era uma vez uma casa cheia de alunos da Universidade de Aveiro. O espírito dominante era a boa disposição e, como tal, de vez em quando eram pregadas partidas. Um das célebres foi a do Camarão Selvagem.

Como vítima, temos o Simão. Um rapaz de Fiães, que era mau – ou pelo menos tentava dar essa imagem – e no entanto era relativamente fácil de baralhar. Foi ele que se tornou, ao longo de quase um ano lectivo, o maior crente em camarões anfíbios que habitavam no norte do país, e que seriam conhecidos como “selvagens”…

A teoria remonta a outro membro da casa, o Carlos, que possui um sentido de humor muito próprio e bastante áspero. Ao início estranha-se, depois entranha-se (como dizia Pessoa), e uma vez compreendido, é um conceito poderoso. Mas estou a divagar.

Estávamos nós a falar com umas meninas, e a conversa desvia-se para o grande apetite do Carlos pelo marisco, nomeadamente camarões. Quando questionado sobre se, e onde, apanhava camarão, ele responde que sim: “Costumo apanhar nos campos atrás da minha casa”. O conhecido “camarão selvagem” surgia. A menina que o questionou ainda hoje deve acreditar que existem camarões anfíbios na zona de Esposende. Eu entretanto mordia os lábios e lutava para segurar as gargalhadas!

Ora, com o advento da gripe das aves, conseguimos enganar o Simão, ao explicar-lhe que de facto havia camarões anfíbios, selvagens quando à solta nos campos, e de aviário. Estes seriam o substituto para os avicultores enfrentarem o previsível declínio das aves devido à paranóia da gripe. peixaria_2

A trama decorreu durante tanto tempo, que o resto da casa mobilizou-se para manter a ilusão viva. Entre as ocasionais “estórias” de como tinham sido avistadas pragas de camarões e lagostins a percorrer os campos desta e daquela terra, ou a confirmação de um colega nosso cujo pai trabalhava no grande aviário no qual estavam a fazer a transição para o camarão, até um jantar meticulosamente preparado, em cuja ementa estaria o camarão selvagem, tudo foi feito para dar o máximo realismo à patranha…

A ilusão foi tão bem entranhada no íntimo do pobre Simão, que nem notou que na ementa do dito jantar constava um tal de “carapau selvagem”, mas que ele logo reconheceu como o seu “camarão selvagem” anfíbio. Até lhe ofereceram um pequeno camaroeiro para as suas próprias incursões no campo.

Chegou o momento no final do ano lectivo, em que abrimos o jogo e dissemos que não passava de uma partida que os veteranos fazem aos caloiros, mas ele, apesar de dizer que sabia que tudo se tratava de uma mentira, via-se no seu olhar a morte da ilusão que acalentou durante cerca de 9 meses.

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Fun

Relaxar como se não houvesse amanhã

Hoje é sábado e como tal, vamos relaxar um pouco. Pensei que isso pudesse fazer um pouco de bem a todos aqueles que por aqui passam. Tenho dois pequenos vídeos que suggiro que vejam e sigam atentamente. Foram-me apontados por um amigo e como tal reencaminho-vos agora a vocês.

Este é o primeiro vídeo, sigam com bastante atenção ou não percebem o método.

 

Depois, podem ver como outra pessoa defrutou também do vídeo como vocês.

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Dinheiro, Fun, Geral

Estou meio-rico

Ontem joguei ao euromilhões com a minha namorada Sandra. Pedimos que a máquina gerasse duas chaves aleatoriamente para nós.

Ontem foi o sorteio e hoje fomos verificar se tínhamos ganho algo… Para nossa surpresa sim! Estou rico… Yuppi! 😀 Aliás, estou meio-rico visto que metade do prémio pertence à Sandra.

PS: Ganhámos o 11º prémio, uns míseros 7€ e qualquer coisa…
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Música, Universidade de Aveiro, Video

Vida de caloiro

No meu primeiro ano de universidade, embora tivesse despertador, ele não era propriamente necessário. Durante esse ano morei num casa de rés do chão onde as paredes eram fininhas e era fácil ouvir barulhos do quarto do lado. O meu quarto, apenas partilhava parede com outro quarto, o do Nuno e o despertador dele servia perfeitamente para mim.

Geralmente, o Nuno acordava da mesma maneira: o pc dele ligava sozinho a uma hora pretendida e começava a tocar música automáticamente de uma lista criada  por ele previamente (Esta lista permaneceu a mesma durante muito tempo). 😀 Deste modo, também eu acordava com a música dele pois ele tinha colunas na parede e quase parecia que a música tocava no meu quarto.

Nessa lista de músicas, a primeira era “Goldfrapp – Ooh La La”. Inicialmente, devo dizer que não gostava nada da música mas com o passar dos dias, comecei a gostar e hoje faz parte do meu top10.

Espero que gostem tanto como eu… e não se esqueçam, vida de caloiro é díficil…

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