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Vivo ao lado de um campo de minas

É engraçado como nem sempre nos damos conta dos perigos que nos rodeiam. Uns são atropelados, outros apanham a cirrose. Mas a verdade é que estes poderiam muito bem pisar uma mina, aqui, em território português.

Esta semana, tenho cá em casa o Taz. Como tal, de tempos em tempos preciso de o ir passear, caso contrário, arrisco-me a ver o belo liquido dourado espalhado pelo chão, e não estou a falar de cerveja. Antes fosse.

Taz, o xico esperto!

Taz, o xico esperto!

Ao lado de casa existe um campo bem jeitoso. Do ponto de vista de um cão deve ser um bom sítio, penso eu, tens algumas árvores, algumas ervas, algumas pedras…

Mas quanto mais tarde se faz, mas perigoso se torna esse campo, não fosse a dificuldade em ver as minas!

Merdinha de cão

Merdinha de cão

 

Meus amigos, se todos limpassem as suas minas, o mundo era certamente menos perigoso! E não, não pisei nenhuma mina…

 

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Fecha assim o capítulo final do quarteto maravilha “Max, Luna, Paco e Cereja” e tal como qualquer bom capítulo de qualquer livro, este também tinha de chegar ao fim, cheio de bons e divertidos momentos que jamais serão esquecidos.

Quanto à Cereja, cadela com mais energia não havia, chata também não, mas fica a saudade de a ver tentar comer os outros e a imagem de uma almofada branca toda peluda a correr pela casa…

Até já.

Nota